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DEFILHAR   COMO VIVER A PERDA DE UM FILHO

  • É possível superar a perda de um filho?
  • Como nos conformarmos com um filho deficiente?
  • É um luto ser pai ou mãe de um toxicodependente?
      Três questões para as quais são abertos caminhos de resposta nesta obra.
      Indispensável para os pais em luto e para quem com eles se sinta solidário e os deseje ajudar.

      Um filho é para os seus pais uma esperança de felicidade. Em redor deste propósito gera-se, desde muito cedo na vida, uma ampla expetativa que alimenta de afeto os passos do quotidiano. O anseio de alegria pode ser cruelmente estilhaçado quando se perde o bem mais precioso ou a fantasia de afeto que sobre ele se tinha desenvolvido. Um tsunami destrói todo o caminho palmilhado e o trajeto almejado para o futuro. O caos instala-se nas emoções.
      É possível acender uma luz que alumie os pais enlutados no túnel denso da sua escuridão e sofrimento? Há um sentido para tamanha dor? É possível superar a perda de um filho?
      Através de uma escrita simples, sensível e rigorosa, o autor auxilia-nos numa viagem segura pelo mar encapelado do defilhar, uma palavra nova que concede uma merecida identidade social aos pais vítimas da perda de uma fatia do seu amanhã.
      O livro começa por refletir sobre um dos anseios e sentires mais profundos da natureza humana, a gestação e educação de um filho. De seguida, aflora, com a delicadeza necessária, alguns dos infortúnios que podem atingir os filhos e que mais amarguram os pais, como a morte, a deficiência física ou mental e o consumo de estupefacientes.
      Os caminhos de superação do defilhar são abertos na última parte da obra, assumindo que não é doentio sofrer e expressar a dor, qual o tempo do luto e quais as consequências para os pais e os irmãos da perda de um membro da família. Enfim, como, após a tragédia mais temida, nos pacificamos com o passado.
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